Herança do Amor - Capítulo 19

Pov. Christian Grey

As imagens de ver Anastacia cair na escada bem na minha frente, não param de surgir na minha cabeça. Aquela foi talvez a coisa mais perturbadora e impotente ao mesmo tempo. O meu corpo congelou ao vê-la rebater contra cada degrau até ficar inerte no chão. Senti medo e pânico e uma coisa eu realmente tinha e continuo tendo a certeza, é que não posso perdê-la. Não sinto capaz de perder alguém que ainda não conquistei totalmente. Mas vê-la essa manhã tão disposta é como se esse momento tivesse sumido da nossa vida, como se tivessem passado semanas desde esse episódio.

— Senhor Grey esse é o último dossier para o senhor examinar! É que a Senhorita Bailey pediu urgência, porque é necessário enviar e-mail para essa filial! - Andrea fala, mas parece que estou mais em outro mundo. - Senhor Grey??? - saio do transe de pensamentos e a olho realmente irritado. - 
Peço desculpa, está tudo ai! - ela apressa abandonar a sala em seus saltos altos.

Esses não eram os meus planos para o inicio do final de semana, mas aqui estou eu abrindo a droga desse dossier na minha frente tentando contornar uma situação delicada, a última antes do dia das fotografias da campanha de Anastacia que acredito que será um sucesso promissor. Terminando tudo passo por Andrea e aceno com a cabeça. Pego o elevador e desço até ao térreo onde Taylor se faz esperar por mim igual estátua sempre tão erecto que chega a doer a minha espinha.

— Taylor me leve para o Escala! - ordeno brevemente levando os olhos ao iPhone que tiro do bolso interno do paletó.
Olho o visor e pisca Mia. Decido atender, pois se não ela vai me matar e creio que me ligou a manhã inteira, mas nunca escuto nada, por deixar o aparelho no silêncio para que ninguém me incomode quando estou mergulhado no trabalho que é quando necessito de muita concentração.

— Com certeza senhor! - assente ele.

Ao passar as portas giratórias da Grey House, vou atrás de Taylor até ao carro. Ele abre a porta para mim e vou instalando no interior. Mia começa falando pelos cotovelos, fazendo algumas perguntas que nunca mais tem fim e reviro os olhos uma série de vezes quase que rindo, porque ela nem sequer pára um pouco que seja para controlar a respiração.

— Mia por favor, respire! - peço por gentileza controlando a vontade de rir nasalado.

— Está brincando? Eu quero saber tudo, os progressos todos! Como Anastacia está se adaptando? Você tem se portado bem com ela? Não tem bancado gracinha, não é? Eu sei que estou off das novidades, mas ando ocupada com o novo empreendimento... ai estou tão entusiasmada irmãozinho...

Reviro de novo os olhos. Por vezes acho que a minha irmã esquece um pouco as coisas e inverte as nossas idades, visto que vem logo me tratando como se eu ainda fosse um moleque, apesar de ter tido uma infância aceitável, não aprontei tantas como o meu irmão Elliot.

Sei separar as coisas, jamais faria alguma coisa com Anastacia se ela não fosse de mútuo acordo. Muito menos forçá-la a alguma coisa que me arrependesse depois, pois aquilo que sei é que estou disposto a seguir um caminho lento para que ela me aceite assim como sou, para que acredite em mim. Acredite que não há ilusão na minha cabeça de que quando olho ela, a vejo como uma mulher diferente. Mais que nunca, eu vejo Anastacia a mulher que está mudando a minha vida. Mulher essa que mesmo fugindo de mim nos momentos mais embaraçosos e oportunos, só prova que é forte, única e em momento algum oportunista. Pois de outro modo ela podia ter me usado, usado a minha vulnerabilidade como homem carente e ter me deixado abduzi-la para os caminhos infinitos do prazer carnal. Isso não aconteceu, cada vez mais sinto que se alguma vez ela me der uma chance, esse momento será único, que irei amar cada segundo do momento que o meu corpo se encontrar com o seu, que irei sentir cada descarga intensa do seu corpo respondendo à necessidade de mim. Que irei venerar cada beijo, cada caricia ou até mesmo um gemido de satisfação. Agora sei, eu quero ela para mim. No seu tempo, mas eu quero. Não vou desistir de lutar por ela, Anastacia é especial, é a minha cura, a minha tábua de salvação que julguei ter perdido quando Olivia partiu.

— Está tudo indo muito bem, irmãzinha. Não se preocupe tanto com os seus sobrinhos! - digo passando a mão livre sobre os cabelos acobreados. - Está me achando irresponsável igual Elliot? - viro atenção ao exterior e percebo que praticamente havíamos chegado. - Aliás tem almoço familiar e sou bem capaz de passar o final de semana na casa dos pais com os pequenos. Você bem que podia aparecer, sabe? Deixe lá o seu sócio cuidar de tudo. Dê um voto de confiança, Mia!

— Nunca se sabe! - diz pensativa. - Maluca? - mas logo o tom de voz muda parecendo horrorizado no outro lado da linha.

Ao sair do audi vou entrando no edifício, aceno ao porteiro que cumprimenta. Primo o código e rapidamente subo com Taylor ao meu lado calado observando os números decaírem na tela digital.

— Sabe que é só um jeito amoroso de definir a sua empolgação por crianças. - digo tentando corrigir o apelido.

— Sei... mas meio que me deu uma ideia, sabe? - arqueio a sobrancelha temendo o que vem ai. - 
Talvez ainda hoje vá cozinhar para vocês aquelas minhas comidas gourmet e tirar Dorotheya da cozinha... mamãe vai delirar.

— Você quer dizer que me fará passar fome, não? - debocho brincalhão, pois é fácil irritar Mia. - Pensando melhor, acho que deve ir vigiar o seu sócio.

As portas se abrem e vou entrando para o hall sempre de celular seguro no ouvido. Gail aparece limpando as mãos sobre um pano de cozinha e sorrio de canto para ela em cumprimento. Começo andar na direcção do escritório, mas não entro, fico somente andando de um lado para o outro escutando minha irmã.

— Engraçadinho você, não? - fala toda irónica e sei que cheguei mesmo na ferida.

Minha irmã quando quer consegue ser tão sensível. Calma Grey talvez tenha sido mauzinho com ela, informa a minha voz interior.

Nesse momento em que estou prestes a dar uma resposta a Mia, escuto passos sonoros descendo as escadas a correr e vou andando mais para o centro da sala e deslumbro Theodore vindo na frente com April e mais atrás conversando animados e em passo lento Anastacia e Elliot.
Isso é brincadeira?

O que o meu irmão faz aqui?

Aposto que veio cumprir a "ameaça" de conhecer e dar a sua aprovação sobre Anastacia.

— Mia nos encontramos no almoço... - falo para a minha irmã que me espera no outro lado da linha e desligo a ligação guardando assim o iPhone no bolso do paletó.

— Christian vinha agora mesmo comentando com Anastacia dos seus progressos em aceitar um animal de quatro patas dentro desse apartamento... - diz Elliot se aproximando de mim com cara de moleque safado. - Cara você está mudando mesmo... - a última parte sai muito em insinuação.

Desvio o olhar a Anastacia que ajuda April a vestir um casaco de estampa rosa apertando uns botões e percebo que pelo jeito se sente melhor, porque está se desembaraçando livremente sem mostrar expressão de dor, ou será que está bancando uma de atriz na minha frente para que não tenha preocupação com ela? Theodore me observa de braços cruzados, pernas afastadas me esperando para irmos embora.

— Bom a gente está de saída, não é filhos? - pergunto desviando de Elliot que continua rindo como se estivesse me vendo com cara de palhaço de circo.

Talvez tenha virado palhaço e não sei. Alguém viu meu nariz vermelho por ai?

— Sim papai! - respondem os dois em uníssono.

Anastacia carrega no botão para chamar o elevador e logo as portas se abrem para nós que vamos entrando, incluindo Elliot, só para variar. Ele cucuta o meu ombro algumas vezes ao se instalar ao meu lado e um ou outra vez insinua olhares na direção de Anastacia que parece alheia ao que o meu irmão está fazendo.

Oh merda! Isto está me incomodando tanto.

— Você vai ao almoço familiar? - decido ignorá-lo ao trocar automaticamente de ventos.

O elevador finalmente para e as portas se abrindo deixo eles saírem na frente enquanto me fico mais atrás com Elliot. Percebo meu irmão estreitar o olhar na bunda de Anastacia e dou um tapa na parte posterior da sua nuca para chamá-lo atenção. Pois apesar dela ter uma bunda realmente tentadora e redondinha, merece respeito e não um homem de olhar tarado a observando com pura malícia.

— Porra cara, vou sim... - ele esfrega a região onde bati. Só falta chorar para ficar Elliot o memorável. - Puxa, não posso olhar? - resmunga baixo.

Deixo Anastacia e as crianças alcançarem o exterior para puxar meu irmão para um canto e deixar um aviso que lhe custaria caro caso decide pisar o risco.

— Não banca a gracinha, Elliot! Eu já avisei você para ficar longe da Anastacia, porque ela não é dessas vadias que você pega e ela não merece sofrer na mão de um cara que só tem cabeça para taradice! - os seus olhos ficam assustados e engole em seco ao me encarar com a minha expressão que está certamente bem intimidadora. - Respeito, okay? Ou eu juro que te dou uma surra que nunca vai esquecer, igual eu fiz no... - ele interrompe.

— Freddie? O ex-namorado de Olivia? Como esquecer se foi memorável... - afirma em gracejo irónico.

— Isso... - e solto ele. - Vê se toma juízo que já está na idade, okay?

Começo a virar as costas e passando pelo porteiro que perdeu o pio ao assistir à cena, alcanço a saída e encontro os meus filhos entrando seguidos por Anastacia na parte posterior do Audi Suv preto. Taylor no banco do motorista e abro a porta para entrar no lugar do pendura. Ordeno a Taylor que nos leve na pet shop, já que April e Theodore não iriam sossegar enquanto não tivessem a mascote.

~*~

Os latidos aqui são imensos e me dão uma terrível dor de cabeça, mas a coisa que melhor compensa esse incomodo é ver o sorriso nos lábios de Anastacia ao se encantar por um Poodle branco bebé. De fato não fosse a raça estranha demais, até que adotaria ele. Contudo, a minha atenção é roubada por April que aparece na minha frente com um Yorkshire Terrier pequeno e cheio de pelo beije. Ela o balança entre os dedos e os pobrezinho abre e fecha a boca com sono, provavelmente fora tirado de uma boa soneca.

— Papai ele tem pelo demais para eu fazer umas tranças! - diz ela toda cheia de planos. - Colocar uns lancinhos junto das orelhas.

Pobre animal, nem imagina as travessuras que a minha filha é capaz de fazer.

— O que você acha dele, Theodore? - pergunto olhando para o meu filho que parece não muito convencido. - Gostou desse ou tem algum amiguinho que me queira mostrar?

Anastacia se junta a nós e começa fazendo carinho nos pelos do pequeno cachorro que chora nas mãos da minha filha, mas assim que muda para o colo dela, silencia e a olho surpreso, pois ele parece que gostou de Anastacia. Olha não sabia que ela agora também era encantadora de animais.
O que mais tenho para descobrir? Só sei que está ficando cada vez mais interessante.

— Esse, esse é o nosso Ollie, papai! - aponta ele o dedo e passo a mão nos seus cabelos os bagunçando ligeiramente e me viro para o vendedor.

— Nós vamos ficar com ele!

O vendedor logo se prepara para cuidar da legalização toda, incluindo documentação de veterinário, pois animais necessitam de andar vacinados e Ollie não iria ser excepção, aproveitei a deixa e falei logo na história de colocar ship para o caso de ocorrer um acidente em que o animal desapareça e depois tenha como o localizar, sendo que Seattle é uma cidade grande demais recuperar um animal sem meios. Compro uma alcofa cinza, umas mantinhas azuis, uma coleira e trela tudo em tonalidades cinza, comida e leite me pó para o caso de necessitar de mamada já que só tem 2 meses e uma casinha de transporte.

Ao sair da pet shop, April e Theodore pareciam bem felizes da vida que até me ignoravam e à Anastacia que vinha carregada com os sacos que logo apressei a ser um cavalheiro dando uma maozinha até ao carro ao qual ela sorriu para mim em agradecimento. Talvez esses esforços todos a estivessem incomodando um pouco.

— Espero não me arrepender... - murmuro baixo.

— Oh claro que não, você fez muito bem! - returque ela toda simpática e cheia de orgulho do que fiz pelos meus filhos e de fato vê-los assim é bom demais. - Além disso fique sabendo que cachorros são uma ótima terapia para crianças e adultos.

— Vou confiar nas suas palavras! - e rimos os dois.

~*~

Taylor para o carro ao fim de algum tempo de viagem junto à garagem da mansão Grey. Os meus filhos nem dão muito tempo que dê alguma indicação que quando olho para trás, vão logo a saindo com o novo amiguinho me deixando de boca aberta. Anastacia me espera no lado de fora, talvez tímida pelo que podia acontecer quando passássemos aquela porta. Surpresas podem acontecer, afinal não piso aqui tem tanto tempo e depois os meus pais vão cair em cima de mim como tubarões por ter ficado tempo demais fora desses almoços familiares que eles apelam como tradição de família.

Na confiança a guio comigo conversando animado, ela me conta um pouco mais sobre a sua paixão com cachorros e dou umas gargalhadas por ficar sabendo que ela fez programa de passeios com caninos durante a sua adolescência. De fato não dá para imaginar Anastacia Steele correndo as ruas de New York atrelada de cachorros a puxando furiosos.

— Estou falando sério, eles eram um terror! Você nem imagina metade dos micos que passei.

Dou mais umas gargalhadas, mas o som da risada é abafado quando Mia surge para nos cumprimentar e vir com os seus comentários sórdidos, apesar da sua figura de chefe de cozinha manter o respeito e modéstia à parte ela é uma grande Grey na cozinha.

— Oi Ana! Seja bem vinda na humilde residência dos Grey!

Humilde? A minha irmã só pode estar de brincadeira ao chamar essa mansão que tem quase que 45 hectares de humilde.

— Oi Mia como vai?

Anastacia cumprimenta a minha irmã com um abraço. Quem as vir parecem já intimas ou será que são e estou por fora disso? Será que Mia me enganou? Ai juro que pego nas suas facas e furo os olhos se ela anda me enganando.

— Ótima e você irmãozinho perdeu o pio? - ela se liberta dos braços de Anastacia e me dá um cutucão no ombro ao qual franzo o olhar.

— Não, irmã!

Uns momentos depois de começarmos a trocar uma conversa paralela, começo escutando passos de salto alto vindos da sala de lazer mais a leste, é a minha mãe vindo informal até nós e abro os meus braços para a receber, pois sinto tanta saudade da minha querida mãe.

— Oh meu filho que bom que veio... - trocamos sorrisos cúmplices, mas quando ela desvia o olhar perigosamente de mim fica estática.

Anastacia logo muda de posição e sinto que está travando a respiração, o olhar parece que parou de pestanejar. Sinto logo a obrigação em fazer as devidas apresentações, antes que haja desconforto e não é esse o constrangimento que desejo causar a ambas, apesar de ser inevitável, porque o primeiro impacto sempre será esse. Quer queira ou não.

— Mãe essa é Anastacia Steele, a babá dos meus filhos que lhe falei...

A minha mãe ainda parece analisar o rosto de Anastacia que solta um sorriso tímido e aproxima dela para cumprimentar educada. Mas dona Grace me surpreende sendo a pessoa amorosa de sempre e cumprimenta a babá dos meus filhos com todo o carinho.

— Minha querida desculpe... - Grace pega as mãos dela ainda que trémulas. - Sempre vai ser confuso algumas impressões, mas estou muito grata em conhecê-la, pois meus netos estão tão radiantes! Você realmente está fazendo bem para eles. - e os olhos da minha mãe se voltam para mim. - Meu querido estou orgulhosa de você.

— Pois claro, como se eu não fosse a boa samaritano que levou Anastacia a conhecer a nossa família... - intromete Mia ciumenta.

Nós três começamos a rir divertidos com o jeito de como a minha irmã rapidamente rouba protagonismo enlaçando o número de atriz dramática.

— Tragam um Óscar! - a voz de Elliot rompe na sala. - Olá família! - cumprimenta ele todo desajeitado deixando um beijo na bochecha da nossa mãe. - Cadê papai? Não me digam que hoje que vim, o patriarca Grey falha?

— Elliot! - repreendo estreitando os olhos.

— Seu pai está numa ligação importante com o senhor Thompson! - informa a nossa mãe já nos guiando para a sala de jantar.
~*~

Já quase na hora de ser servido o almoço meu pai decide dar as caras e diferente da minha mãe reage de forma mais indiferente à aparência de Anastacia sendo cordial ao cumprimentá-la. Realmente agradeço por isso, pois Anastacia já estava rubra demais com as piadas secas que Elliot fazia ao degustar de uma entrada fria servida por Mia.

— Vovô!!! Olha o nossa amiguinho! - April aparece a correr com Ollie nas mãos e levo a mão à cabeça. - É o mais novo membro da família Grey!

— Olha ele é todo bonitão e tem uma coleira com a cor do nosso sobrenome! - diz ele em risos tomando o cachorro da mão da minha filha. - Qual o nome dele minha linda netinha?

— Ollie Grey!

O meu queixo fica caído com essa revelação e Anastacia meio que me dá um apoio subindo o queixo. E ela pisca um olho bem divertida. Okay, todos estão se divertindo com isso e eu estou aqui todo perdido? Ollie Grey? Meu Deus, os meus filhos ainda me matam do coração ao dar meu lindo sobrenome a um cachorro.

— Meninos toca a lavar as mãos! Aqui ninguém toca na minha comida com bactérias nos dedos! - ordena Mia de mãos nos quadris bem exigente e estreito o olhar nela. - Você também irmãozinho!
Dai em diante todo o almoço corre às mil maravilhas, meu pai começa conversando comigo relativamente à empresa e ao fato de estar muito orgulhoso por ter conseguido fechar um contrato milionário com os franceses e com isso abrir as portas para a expansão da GEH em novas frentes. Elliot outras vezes intromete fazendo observações ousadas que recebem cotovelada de Mia, porque ele não tem noção das inconveniências, ainda por cima quando crianças estão à mesa.

Na hora da sobremesa somos presenteados com sorvete de morango com pedacinhos de chocolate. April como sempre se lambuza completamente e o resultado de olhar o seu rosto todo cheio de sorvete é uma tentação irresistível.

— Fofa limpa isso com a língua... - indica Mia tentando fazer o gesto com a própria língua.

A minha filha como é óbvio faz o que a tia indica e é uma coisa que só visto, pois arranca gargalhadas sonoras de nós todos, porque de novo aquele atolado malabarismo começa e é só sorvete a escorrer no seu rosto.


Gostaram?
E ai o que tem a dizer do novo membro da familia? E essas crianças uns amores, não? Elliot sempre engraçado e "moleque".
Meio que o encontro não correu mal, certo?
Até ao próximo capítulo, Lucy.

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