Start Again a New Chance for Love - Capítulo 25
Pov. Christian Grey
Essa noite mal dormira a
pensar na viagem que faria na companhia de Anastacia. É algo que
claramente me deixou ainda mais bem disposto ao acordar. Apesar de bem
cedo, porque gosto de começar a manhã ainda adormecida com uma corrida
matinal para largar tensões de uma semana de trabalho intensa.
Ao largar o Escala com a
minha habitual corrida me senti livre correndo num passo acelerado e
tão ritmado. Os meus pensamentos sempre concentrados nas palavras
provocadoras dela, da forma de como se insinua tão bem para mim, de como
gosta de me deixar confiante de que estou trilhando o caminho certo. O
caminho que tenho a plena certeza de que será melhor para mim, nós dois.
Ao parar já no outro
lado de uma ponte que atravessa um parque botânico não muito longe de
onde vivo, mais ou menos a uns 10 quilómetros, sem margens de erros,
tomo um gole de água fresca da minha garrafa energética. Olho por cima
do ombro alguns pássaros pousando em uns ramos mínimos dos arbustos e
alongo um pouco o corpo pousando a garrafa sobre uma superfície plana.
Aproveitando que estou sozinho faço uns exercícios de agachamento, mas
só até então lembrar que teria que avisar Mia de que a iria visitar, ou
ela faria um estribilho ao me ver acompanhado de Anastacia e não sei o
que mais pode passar naquela cabeça de vento. Assim sendo e porque mais
vale jogar pelo seguro, do que arriscar cair quebrando, decido ligar
para ela, esperando honestamente que me atenda, apesar de saber que é
bem cedo, mas que em Paris nesse horário ela já estaria seguramente
acordada. Ela atende.
— Dá para me escutar
direito? - pergunto tendo a séria dúvida. Ela suspira do outro lado. -
Então, prometi que a iria visitar, não foi? - ela faz um som estranho
com a boca que deduzo ser a confirmação de um sim. - Acontece que
prepare seu maior sorriso que estou indo hoje mesmo para visitá-la!
— SÉRIO? ME FALA QUE NÃO
É TROTE, CHRISZINHO! - reviro os olhos ao apelido. - Vou te pegar no
aeroporto! Vou levar você comigo para conhecer meu restaurante favorito!
Vamos pegar umas modelos minhas para que possa conhecer e, não espera,
você tem que ir comigo no Louvre essa noite, é que vai ter uma exposição
super interessante e para terminar a noite temos ir no topo da torre Eiffel para tomar aquele delicioso e borbulhento champanhe que você
adora...
Com Mia tudo é possível
de acontecer, esses múltiplos programas que ela cria em sua cabeça, com
os melhores roteiros turísticos da capital francesa. É certo que ela
entende, afinal ela já visitou todos esses lugares e mais alguns. Na
verdade todos nós visitamos desde bem pequenos que já conhecemos quase
todo o mundo em nossos olhos. Por exemplo, apesar de vincado ao trabalho
quase 360 dias por ano, já consegui em algumas viagens de trabalho
conhecer lugares realmente incríveis que adoraria levar Anastacia para
conhecer. Tenho a muita certeza de que iria adorar, tanto quanto eu
adorei.
— Já terminou o
programa? - pergunto não querendo ser mal interpretado, mas os meus
planos eram mais outros, não desprezando a boa disposição da caçula. -
Adoro todas essas sugestões, mas acontece que levarei uma pessoa comigo
nessa viagem. - coço a nuca ligeiramente franzindo o sobreolho.
— Taylor! - deduz com
uma voz de desanimo, bufando em seguida no outro lado. - Você não larga
do seu motorista nunca, não irmãozinho?
É certo que em outra
ocasião o levaria comigo, sim. Pois não gosto de viajar sem companhia,
apesar de Taylor ser um profissional muito recatado e dado a poucas
falas. Minha irmã por vezes é tão lenta na compreensão que não sei que é
mais lerdo se Elliot ou Mia.
— Não é Taylor, Mia! -
nego. - Vou levar uma amiga comigo e antes que venham partido com muitas
perguntas ou grosseria, não é Elena! - ela suspira. Outra pessoa que
não gosta dela. - É uma outra mulher, alguém que quero que conheça, mas
que não assuste logo de primeira nesse encontro.
— VOCÊ ESTÁ NAMORANDO? -
afasto o iPhone do ouvido ao escutar esse gritinho histérico tão Mia
Grey. - Sorry, prometo que não farei nada demais, mas estou mais ansiosa
ainda para conhecer essa bendita mulher que terá um nome com certeza.
— Ela tem sim e é
Anastacia! - sorrio gostando da forma de como seu nome ecoa em minha
cabeça. - Posso contar com sua descrição? Só Elliot e você estão sabendo
dela, então nada de falar para a nossa mãe! - peço com entoação séria
que sei que seria logo bem captada.
— Só se me prometer ir comigo DISNEY! - faço um ar preocupado.
— Mia você não tem mais idade para essas coisas!
— Droga, Christian! -
ela reclama chateada, porque é muito simples deixar a caçula brava. -
Err, sabe que é só brincadeira! Enfim, pego vocês dois no aeroporto!
BEIJOS.
Conversar com Mia por
vezes é uma ótima forma de começar o dia, aquela caçula sabe muito bem
como deixar mais bem disposto bem cedo. Então guardo o celular dentro do
bolso, tomo um novo gole de água e me faço ao caminho continuando nesse
ritmo.
~*~
De check-in feito
aguardo ansiosamente pela chamada do nosso voo, Anastacia olhava
deslumbrada para alguns cantos que tive a certa dificuldade em
acompanhar, mas que logo que os meus olhos cinza encontraram os seus
azuis me senti mais tranquilo.
— Ainda nem acredito que
vamos em Paris! - diz ela maravilhada e com um sorriso irresistível nos
lábios que me vi tentado em beijar, pois os mordia propositadamente ali
aquele cantinho inferior.
— Mas vamos e espero que
goste... - digo agora mais próximo do seu rosto, com a minha mão a
cobrir uma das maçãs dele, o polegar roçou ligeiramente aquele pontinho
corar, onde pude olhar com vasto pormenor seus traços simétricos, seus
olhos e sinais de fadiga. - Pode dormir no meu ombro de quiser, durante
toda a viagem que será longa. - sussurro contra os lábios dela antes de
os moldar nos meus a beijando.
Anastacia sobe a mão a
cima do meu ombro me abraçando e retribuindo o beijo com a mesma calma
que se intensificou um pouco mais para uma urgência anormal, que
precisamos cessar já que estávamos em público e olhares curiosos nos
olhavam sem descrição alguma.
— Teremos chances em
outras vezes... - comenta baixo corada, terrivelmente corada e a tapar
as bochechas do rosto com os cabelos recém cortados dessa vez que fora
no Esclava tal como havia mencionado.
O nosso voo é anunciado
na hora certa, então me faço acompanhar de Anastacia até à porta de
embarque com a mão segura firmemente na sua, pois pude sentir seu
nervoso miúdo.
— Não precisa ficar
nervosa, estou aqui! - sussurro juntinho ao ouvido para a tranquilizar
assim que nos instalamos no lugares da primeira classe.
Como seria uma viagem de
10 horas, aproveitei para descansar com Anastacia no avião, afinal teríamos muito para aproveitar e não seria nada bom perder um dia
inteiro dormindo em uma cama de hotel quando se tem imensos lugares para
passear, namorar ou coisas mais que possam passar na cabeça de uma
mulher. Apesar de estar apto a todas essas coisas, é claro. Por Ana faço
qualquer sacrifício.
Ao fim de horas incensáveis de voo, chegamos no destino, finalmente Paris nos sorria com
esplendor. Anastacia logo foi acordando, mas o seu andar era meio
grogue que a precisei ajudar a sair do avião por sentir que logo iria
tombar e continuar sua soneca. Viagens por mais longas que sejam sempre maçam o nosso corpo. Ela só despertou mais quando sentimos aquele vento
forte em nossos rostos. Mia logo apareceu abrindo os braços com um
sorriso rasgado de me deixar mais animado e confiante com a minha vinda
para a Europa.
— Maninho! - ela corre e
pula em meu colo, deixando meio sem graça, mas que isso provocou uma
gargalhada em minha morena que bem vi. Ela tentou esconder o sorriso,
mas eu vi e isso ninguém nega o que os meus olhos viram. - Como você
está? - ela me pergunta até virar sua atenção a Anastacia e pular para o
chão para abraça-la. - Olá, Mia Grey! - cumprimenta entusiasmada. -
Você deve ser Anastacia, meu irmão falou de você... só que não falou que
era tão bonita... - ai os seus olhos receiam em mim.
— Mia que tal sairmos
daqui? - tento ser mais despachado, ela revira os olhos assentindo. - Te
conto no carro, pode ser? - achei por bem dar o beneficio.
De braços dados, fomos
para o carro que é não mais que um jaguar cinza do ano 2015, edição
limitada, porque essa mocinha gosta de exclusividade e estamos em Paris
onde o glamour não para de surpreender. As honras foram feitas quando
deixei que Anastacia fosse na frente ao lado da minha caçula, já que
estavam duas mulheres para um único homem. Mia não parou de falar o
caminho todo, comentando e descrevendo todas as suas aventuras com maior
entusiasmo, arrancando assim todas e mais algumas gargalhadas
divertidas. Anastacia parecia bem mais desinibida conversando super à
vontade com minha irmã, como se já se conhecessem à uma década e meio
que me senti um perdido ali em conversa feminina. Sempre me fora mais
legal conversar com Elliot e papai sobre como será o final da época dos
Marine, se eles sempre irão vencer o campeonato.
— Chegamos, família! - diz ela parando o carro na garagem. Anastacia me olha por cima do ombro meio perdida.
— Err, maninha eu e Ana
vamos ficar hospedados num hotel! - digo muito baixo, pois sei que ela
terá um ataque de esteria autêntico.
— Nem pensar, vocês dois
são meus convidados! - diz ela toda cheia de si ao desligar o carro e
sair. - Ligue para Taylor e desfaça a reserva, vocês dois ficam em meu
apartamento e não se fala mais nisso... - ela se afirma contornando o
carro e tomar Anastacia para si entrando no elevador de serviço.
— Está bom... - assinto
olhando para a minha morena logo de seguida. - Ana você não se importa? -
ela balança a cabeça com maior sorriso. Okay, ela foi conquistada pela
caçula, devo ficar preocupado? - Certo, vocês duas me dê dois minutos
que farei o possível e o impossível! - peço ficando num canto oposto da
cabine, enquanto aquelas duas ficam de conversinha.
~*~
Pov. Anastacia Steele
Conversar com a irmã de
Christian, estava sendo uma coisa muito boa e realmente interessante,
porque ela é incrível e eu adorei logo de caras. E bom, não tem muito
haver um com o outro por diversas razões, mas o fato de amarem
incondicionalmente me deixou muito comovida.
Assim que o elevador
abriu as portas foi nos dado a conhecer o apartamento dela, muito largo e
colorido, porque Mia é a própria a falar que a vida é cor e amor. E
isso claramente que não deixa de ser verdade. Amei todos os cantinhos e
incluindo o quarto onde ficaria hospedada. Um autêntico quarto em
tonalidades de vermelho sangue e branco.
— Vou preparar alguma coisa para comer! - diz ela correndo para a cozinha nos deixando.
Christian logo encerrou a
ligação guardando o iPhone no bolso interno e veio até mim com um
sorriso lascivo nos lábios que não resisti em beijar de tão apetecíveis,
mas apertar suas bochechas para as deixar coradinhas com a marca dos
meus dedos.
— Consegui desfazer a
reserva... - diz ele com um biquinho. Enlaço os meus braços na volta do
seu pescoço e beijo o lóbulo da sua orelha de forma provocante. - hum...
- geme baixo, sorrio face a isso e roço minha coxa contra o seu membro
duro. - Oh Ana assim me deixa louco e minha caçula nos pega de jeito. -
avisa baixo descendo suas mãos até à minha bunda.
— Podíamos ir no
quarto... - convido descendo os lábios pelo canal da bochecha, ao
pescoço descendo ligeiramente com a língua ali em círculos. - Só nós
dois... - continuo a provocá-lo. Suas mãos já estão apertando as
bochechas da bunda. - Podíamos fazer coisas divertidas, não... - subo a
minha boca pelo outro lado do rosto dele, meus olhos ardentes observando
a forma de como as suas veias se incendeiam à minha passagem volátil.
— Interrompo? - Mia
fala, e logo me separo de Christian me ajeitando ligeiramente, porque
fora tudo muito repentino e envergonhoso. - Desculpem, talvez eu esteja a
mais e... - olha a hora. - Prometi para a minha colega de Design que
daria um help num trabalho! - Christian e eu sorrimos em conveniência.
— E o que você preparou na cozinha? - pergunta ele.
— Ora vocês sabem onde
fica, peguem se estiverem com fome. - avisa ela. Apesar da minha fome
ser mais outra. - Aproveitem para descansar e juizo, sim?
— Não te preocupes! - tranquiliza Christian coçando os cabelos até vermos Mia desaparecer.
Assim que as portas se fecham, o silêncio se instala e o cheiro se torna outro, um cheiro de luxuria.
— Vem, vamos ver quem é mais rápido! - atrevo a desafiá-lo ao começar a correr para o quarto.
Christian vem correndo
todo rápido me querendo alcançar e acontece que entorpeço no tapete que
esqueci de reparar que existia e caio para cima da cama indefesa, ele me
cai em cima me prendendo entre seus braços de sorriso alargado nos
lábios que não resisti em roubar um beijo demorado, de envolver nossas
línguas numa luta quente e revisora. Aos poucos minhas mãos subiram e
descem as suas costas. As dele me alisando as laterais do corpo.
— Tão perfeita... -
sussurra ele ao morder meu lábio inferior. Invisto minha língua em sua
boca de forma ardente. - atrevida... - diz puxando meu lábio inferior
para si. Cravo minhas unhas nas suas costas ainda envolvidas por tecido
do seu pólo.
— Vai lá com calma senhor... - desço as mãos o empurrando de cima de mim, pois quero estar no comando e não ser comandada.
Christian ao se ver
afastado de mim, me faz uns olhos de luxúria ardente e maliciosa. Face a
isso abro a minha blusa lentamente fazendo uma dançinha sensual em cima
da cama. Ele passa a língua em seus lábios na tentativa certeira de os humedecer, isso faz com que morda os meus ainda mais decidida em
continuar nesse meu caminho sedutor e atraente. Abro a blusa e a atiro
para ele imitando o número de Strip-tease do filme "Nove Semanas e Meia
de amor" que assisti com Kate no sofá comendo pipoca e rindo.
Ele logo segura a minha
blusa a cheirando, levo um dedo indicador aos lábios e o mordo o olhando
com malícia, descendo a minha mão livre por meu corpo semi desnudo e
enterro ali entre a calça jeans e a calcinha me masturbando ligeiramente
para que veja o quanto é delicioso me tocar pensando no que faria com
seu corpo travando contato no meu.
— Não faz assim, é tortura... - diz ele engolindo uns gemidos quase abafados que bem pude escutar.
— Quem manda aqui sou
eu... - digo tentando soar dominadora da situação falando séria e
ameaçadora. - Vai comer na minha mão... - sussurro piscando um olho
confiante e fazendo um breve gesto sedutor.
Abro o botão e zíper da
calça e a desço sensualmente agora que me pego de pé em cima da cama
dôssel e fico simplesmente de calcinha azul rendada e sutiã. Christian
tenta avançar com todo o seu pudor e o seguro junto a mim, o beijando
fevorosamente, o despindo com máxima urgência até ficar somente de cueca
boxe. Ai olho em seus olhos, desço calmamente, sentando segura em seu
colo, pois minhas pernas torneadas circundam o seu quadril de forma a
sentir mais intensamente o volume do meu membro contra a minha calcinha,
consequentemente meu sexo encharcado, húmido de excitação.
— Você tem a certeza que
é isso que quer? - ele pergunta agora de cabeça unida à minha, olhos
semicerrados. Nossos corpos meio que colados por um abraço quente e
escaldante de contato desnudo.
— Nunca me senti com
tantas certezas como agora... - digo unindo minha boca. Ele desce as
mãos pelas minhas costas, o deixo libertar os meus seios desse sutiã que
se torna apertado para eles loucos de tesão. - eu quero você, quero
muito... - digo entre um beijo e outro que me rouba, e retribuo com a
devida urgência descendo as minhas mãos por seus músculos demarcados e
resistentes, os arranhando bravamente.
De um jeito calmo deito
para trás de forma a que ele me possa beijar cada cantinho do corpo com
mais liberdade e sorrio levando as mão atrás da cabeça o observando tão
corada e excitada, pois minha intimidade já estava molhadinha e pronta
para o receber numa visita guiada e demoradamente exploratória.
Christian por sua vez leva a mão livre ao interior do meu sexo sorrindo
malicioso, pois o sinto abocanhar todos os pedaços de minha pele tocando
na sua barba rala que a deixa em chamas. Sinto igualmente seus dedos tilintarem contra o meu clitóris de forma acesa e ainda mais excitável.
Ele estava me masturbando, isso, eu quero isso. A minha deusa caída na
cama se masturbando loucamente excitada e de cabeça tombada para fora.
— Oh sim.... - gemo
baixinho mordendo o lábio inferior com a sensação deliciosa de ter sua
boca ali tão próxima do meu mamilo durinho e etero.
— Perfeita... - fala com uma voz grave e rouca. Ofego um pouco contorcendo o corpo com os seus toques aliciantes.
As minhas mãos se
libertam de trás da cabeça para o querer tocar urgentemente numa busca
implacável. Ele por sua vez em tentativa sedutora e desce sua boca
circundando com a língua o seio. Reviro os olhos face a isso me
contorcendo um pouco mais ali tão vulnerável ao seu toque quente e
revigorante o querendo ainda mais e muito mais. Atrevida e porque achava
por justiça provocar a mesma sensação. Com algum esforço desço minhas
mãos sobre as laterais do seu corpo, o arranhando ligeiramente e tocar
com a pontinha dos dedos aquele tecido de lycra da cueca. Mordo o lábio
inferior fazendo um maior esforço ainda para chegar no membro que estava
muito duro, tocava a minha coxa, roçando constamente, me deixando
completamente molhadinha e quase num orgasmo de puro êxtase.
— Não aguento assim... -
sussurro ofegante, é então que Christian se ergue entre as minhas
pernas e rasga a minha calcinha. É ele rasgou a calcinha, e ainda bem
que não era a minha favorita. - Espero que não se importe, mas estou
apenas cedendo ao seu pedido. - diz ele travesso enquanto desce sua
cueca boxe na minha frente de me deixar com os olhos em bico.
"MEU DEUS" penso tendo a
sensação de que meus olhos vão saltar das orbitas rapidamente se alguém
não os empurrar para dentro. Christian percebe a minha reação e não
deixa de sorrir, convencido é certo, mas ainda assim sorrir de forma
irresistivel elouquente que me deu uma vontade
louca de o atacar.
— Quero ficar por cima... - peço ofegante apanhando os meus cabelos num coque improvisado e frouxo.
— Do jeito que quiser,
Ana... - diz ele me ajudando a levantar da cama larga ao pegar em minha
mão. - Espere... - lembra momentaneamente. Estreito os olhos não
gostando da interrupção, mas é quando lembro da mesma coisa que ele. -
camisinha... - sussurra se esticando para pegar do bolso dos jeans e
balançar um pacote cinza mínimo entre os dedos.
Christian abre o pacote e
coloca a camisinha de forma protetora em seu membro. Ai seguros de não
ganhar surpresas futuras, subo em cima da cama colocando uma perna de
calada ao seu quadril. Ele me envolve com as suas mãos na minha cintura
de modo protetor, já que era a minha primeira vez, a minha estreia
deliciosa e exploratória com um homem. Um homem que tenho a plena
certeza que me dará tudo o que preciso e que não me vou arrepender de o
ter feito. Tranquilamente e respirando de forma ritmada, segura em seus
beijos para que não fique tão tensa, Christian me penetra lentamente me
fazendo gemer, arquear em sua boca inevitavelmente, pois é uma sensação
nova e com alguma dor, mas perfeitamente natural, quando me está
tirando a virgindade. "LEVOU NO PACOTE" o meu subconsciente sai do
esconderijo gargalhando.
— Não estou machucando?
Pergunta todo preocupado
ao abrir seus olhos para mim, que sorrio dando mais um beijo de língua o
silenciando e me movendo de forma calma e com maior prazer, pois
excitada estou completamente e ele igualmente, pois sinto o seu coração
palpitando furioso em seu peito. Os nossos movimentos tornam-se num
único apenas e tento ao máximo arrancar proveito disso me lambuzando em
seus lábios apetecíveis. Seu membro rebola dentro de mim como um corpo
animado numa festa abrindo caminho entre minhas entranhas, arrancando os
meus melhores e mais longos, intensos gemidos.
Christian geme junto
comigo, fazendo com que engula os seus gemidos em minha boca de forma
intensa e cheia de prazer. É delicioso sentir o prazer de alguém. "ESTÁ
SE SAINDO
LINDAMENTE" grita meu subconsciente com dificuldade em
perceber se estaria o escutando. A minha deusa se tocando loucamente
agora já com a cabeça no chão, pernas sustentadas pela cama.
Aos poucos sinto que vou
gozar rapidamente, pois ele começa a se mover mais rápdio, num ritmo encurtado e completamente viciante. Empino mais a minha bunda ao mudar
de estratégia corporal, pois não posso me dar ao luxo de ser comandada
para um orgasmo sozinha, queria que ele tivesse junto comigo. Então
começo a rebolar em cima dele, me movendo igualmente num movimento
rápido de deixar mais louca de prazer, corada consequentemente.
— Oh Ana, isso meu Deus... - urra ele sendo tomado pela onda de prazer ao máximo. Isso me
deixou tão confiante que começo a quicar em cima dele, roçando meus
seios no seu peitoral beijando seu pescoço provocadora, deixando uns mínimos chupões ali.
As suas mãos atrevidas
apertando as laterais da minha pele, até chegar apertar as bochechas da
bunda e dar um tapa leve que me deu um impulso danado para estocar de
forma mais violenta, mas que era um modo delicioso de gemer mais alto
ainda.
— OH CHRISTIAN... -
reviro os olhos com a sensação de preenchimento absoluto, já que ele
estava totalmente dentro de mim, nem um centímetro a mais de fora. - Por
favor... - imploro. - QUERO MAIS... - meu coração acelera quase que me
dando a sensação de escapulir por minha pequena boca.
Sinto aquele puxão a
baixo do umbigo, era o meu orgasmo quase me tomando, mas senti que não
me devia deixar vencer, então abrandei as estocadas, ele cessou a sua
arma de fogo, abrandando comigo o nosso ritmo em chamadas de um sexo que
nunca me imaginei ter. Mas que não fora somente um sexo causal de
filme. Eu senti química, uma química intensa em nossos corpos.
— ANA, OH ANASTACIA... - Christian urra meu nome, igualmente embebido por um prazer altamente viciante e uma droga incurável.
Meu corpo responde com
espasmos ao nosso esforço alcançado e facilmente chegamos no bendito
clímax. Momento esse que gozo com seu membro dentro de mim. Só sei que
ficamos um tanto tempo imóveis nos olhando depois de concebido o ato.
Seu membro ainda dentro de mim, porque nem eu, nem ele foramos capaz de
nos libertar. Meu coração estava demasiado agitado necessitando de
abrandar o seu ritmo bombeante. Então deito minha nuca contra seu peito
desnudo, sinto seus lábios roçarem os cabelos para deixar um beijo
casto. Fecho os olhos e esqueço o resto do mundo, ali somente em seus
braços fortes e protetores.
Gostaram?
O que acharam de ver Ana com Christian nessa iniciativa e viagem? Ana com Mia?
Hum, que tal a ideia
de ficarem no apartamento de Mia? Sozinhos nesse momento quente? O que
tem a dizer desse hot? Ana portou bem? Christian?
Por isso comentem, votem :)
Isso é só o inicio da aventura!
Até ao próximo capítulo, Lucy.

Comentários
Enviar um comentário