Start Again a New Chance for Love - Capítulo 26
Pov. Christian Grey
Umas 3 horas depois de
me ter envolvido com Anastacia, me vi acordado a encarando dormindo
tranquila e exausta em meus braços. Não tem nada mais importante e belo
que ficar observando uma bela mulher, não uma qualquer, a única que
desejo e quero que permaneça ao meu lado por um largo tempo da minha
vida. Pois é prova que a vida sem ela não tem valor minimamente algum
para mim.
Calmamente tento
libertá-la dos meus braços, mas com todos os cuidados para que não
acorde, pois está tão perfeita assim mesmo angelical que é até maldade
da minha parte destruir esse sonho bom, pois seus lábios anunciam um
sorriso simples e feliz. Beijo o alto da sua cabeça não bagunçando muito
os seus cabelos, conseguindo assim levantar da cama retiro a camisinha
do meu membro agora mais que satisfeito e a enrolo em algo para jogar no
lixo. Mas antes, cubro o corpo desnudo de Anastacia, para que não sinta
frio, pois não a quero ver doente, negligenciada por minha culpa.
Ainda fico uns bons
minutos a observando ali no lado da porta do banheiro privado, lembrando
a momento m que nos havíamos entregado um ao outro, o mesmo momento
que nunca me vi entregando com tanta vontade como hoje. Afinal nunca me
vi fazendo esse tipo de coisas com mulher alguma, o que me torna um
estreante de mão cheia, Anastacia é realmente a mulher que preciso para
continuar reabilitado e de sã consciência.
Distraído e de cabeça
erguida sentindo o jato de água quente caindo, nem dou conta ao que se
passa no lado de lá à porta. Deduzo sempre que Anastacia continuaria ali
dormindo como anjo, só que é em meio a todo o vapor de água quente que
invade todo o banheiro que a porta da boxe se abre e anuncia aparição
desnuda da minha morena com um sorriso lascivo, mordendo o lábio
inferior.
— Ana já acordada? -
pergunto ainda não caindo em mim, provavelmente tendo alucinação ou algo
parecido. - Mas ainda à pouco estava dormindo... - afirmo fechando e
abrindo diversas vezes os olhos e toco mesmo na sua pele quente, o que
me faz acreditar mais vivamente que não é um sonho.
Ela me sorri em resposta
e entra dentro da boxe, se deixando molhar pelo jato de água quente
acima de nós dois, me envolver em seus braços magros e beijar
intensamente. Em retribuição a isso a encosto contra a parede fria da
boxe, o que a faz arquejar, encosto meu corpo ao seu e nossa chama logo
reacende. O desejo invade toda a linha do meu corpo como um rastilho de
pólvora ardente. Anastacia sobe a sua coxa a envolvendo vigorosa em meu
quadril. Enterro meus dedos em seus cabelos, enquanto a outra mão a
segura firme pela cintura de forma a que não me possa jamais fugir.
— Você não cansa de me
surpreender... - digo num sussurro entre sua boca e a minha, pois é
complicado resistir a uma mulher intensa como ela.
Entre beijos de língua
em uma boca absolutamente viciante, mordidas no lóbulo da orelha de
criar ondas de prazer, meu membro fica duro, inacreditavelmente duro e
ela sorri, pois essa sem dúvida seria a sua intenção, me deixar dessa
forma tão excitado.
— Mas aqui não tem... -
ia continuar a falar, mas ela me silencia com sua boca, invadindo
ritmadamente com a língua de fazer nossos corações acelerar.
Anastacia sobe a outra
coxa quando as minhas mãos seguram firmes a baixo de sua bunda dando
toda a estabilidade necessária para a poder penetrar, foder como ela
está se insinuando, pois eu fodo e é gostoso. O meu membro entra
lubrificado dentro da sua intimidade apertadinha e húmida. Ela logo
começa a gemer tombando a nuca contra a parede, tombo a minha conta seu
peito lambendo delicadamente seus seios, aqueles mamilos tão eretos e
duros que só me apetecia puxá-los com os dentes de forma a torná-los bem extensíveis.
Avancei a estocando
bravamente, tão bravo com meu membro dentro de uma vagina pequena e
apertada, que mais parecia que ela não ia aguentar de tanto violência
urgente, mas é um fato, de que ela é forte, pequena e resistente
lutadora para um homem grande e preenchido de experiencial sexual ativa.
— OH CHRISTIAN, ASSIM É
TÃO BOM... - ela geme junto ao meu ouvido, arfando com dificuldade.
Cravando suas unhas contra a pele das minhas costas as deixando
marcadas, pois podia sentir todos os vincos de suas mãos ali de me
deixar totalmente marcado. Marcado de prazer.
— ISSO MINHA LINDA, VEM
PARA MIM... - urro buscando livremente seus lábios de alguma forma para
os beijar, queria-os para mim. Preciso de beber desse desejo. - OH ANA,
VOCÊ É TÃO PODEROSA! - urro novamente, quando ela vem me tocando com a
ponta do nariz nos lábios. - MEU PAU FICA TÃO APERTADINHO NESSA BUCETA
GOSTOSA!
Aperto as bochechas da
sua bunda a baixo e estoco ainda mais forte, ela quica, pois meu membro
dança em sua boceta deliciosa e fascinante, incrível. Logo me sinto
vindo num orgasmo, então abrando o ritmo, não queria que terminasse
rápido, ela é gostosa, merece um pouco mais de mim.
— Aninha! - digo tomando
finalmente a boca que tanto preciso e desço com ela calmamente sentando
ali no chão da boxe. Ainda a beijando, ainda invadindo sua boca com a
minha língua viajada e volátil.
O clímax acontece nesse
preciso momento em que ambos tombamos a cada lateral da boxe deixando
somente a água nos aquietar as batidas aceleradas do batimento cardíaco,
a tensão sexual apagar o cheiro inebriante de sexo que exala desde o
quarto a essas quatro paredes agora húmidas.
~*~
Refrescado e precisando
de recarregar energias adicionais visto uma roupa lavada e me pego
observando Anastacia secando os cabelos de frente ao espelho. Nem tento
parecer despreocupado a olhando, queria ser mesmo pego no pulo. Vê-la
depois passar o creme hidratante nas suas pernas deliciosas e torneadas,
aquela bundinha tão empinada e extremamente atraente. Me sinto logo a
babar.
— Hey, pare de me ficar
olhando! - ela joga a toalha azul na minha direcção que sorrio. - Chris é
sério ou vou pegar o boião do creme e te jogo na cara! - ela tece a
ameaça que não me assusta, motiva somente a continuar ali a observando. -
Estou falando sério! - ela toma um ar sério que não demora nem 10
segundos para falar a verdade em sumir.
— Você fica muito
perfeita bravinha! - digo com atrevimento em aproximar dela e deixar um
selinho breve nos lábios, para então correr para a porta e fugir, pois
Anastacia realiza ameaça jogando o boião contra a porta.
Rindo, porque ela me proporciona grandes e verdadeiros momentos de puro humor vou até à
cozinha e me pego olhando alguns utensílios de culinária querendo por
tudo que Mia me tivesse contratado uma empregada, pois de cozinha a
única coisa que entendo é muito a baixo de cozinhar. Salvo seja, apenas
comer e saborear.
— Cara não sei cozinhar! - digo para mim mesmo pegando um cortador de cebola e uma frigideira assustado.
Mas a salvadora do meu
dia aparece com uma roupa soltinha e que lhe cai na perfeição. Os
cabelos apanhados num coque, os olhos caídos em mim. Err, verdade estou
com a frigideira na mão. E sorrio amarelo não saber nem o que dizer ou
fazer.
— Pensando em cozinhar
com isso ai? - ela pergunta em deboche ao cruzar os braços. Okay, ela
venceu. - Deixe ficar, eu mesma preparo se não vamos morrer de fome! -
aproxima de mim ao soltar os braços e empurra com um toque de bunda.
— Por isso que gosto muito da sra. Jones! - digo em justificação a olhando preparar os ingredientes certos para a comida.
A cozinha logo ganha
cheiro e sabor, ficando tudo muito aromático e apetitoso. Face a isso e
porque de cozinha não entendo absolutamente nada, o que mais podia fazer
era pegar um vinho e abri-lo para servir nossas taças enquanto a comida
cozinha. Entrego uma taça com uma quantidade generosa de um dos
melhores vinhos que a caçula tem na garrafeira, isto em minha honra,
porque sabe que sou um ótimo provador de vinhos, tudo porque gosto de
acompanhar meu pai em todos esses lançamentos de vinicultura em todo o
mundo, se bem que os vinhos franceses ganham meu maior voto pelo sabor
sublime.
— Hum, esse vinho é
realmente delicioso... - comenta Anastacia pousando a colher de pau que
mexia a comida que refoga. Pouso a taça em cima do balcão e alço minhas
mãos sobre a cintura dela a trazendo mais perto de mim.
— Você é uma droga,
sabia? - digo a querendo provocar. Ela ergue a sobrancelha mordendo o
cantinho do lábio. Oh sim, esse lábio delicioso.
— Uma droga é? Então me
deixe dizer que já está viciado e que vai morrer dela... - diz pousando
ambas as mãos no ponto laterais ao meu peito empurrando de forma
drástica a ganhar espaço entre nós. - Agora deixe de me bajular ou a
comida vai torrar! Depois quero ver quem vai arrumar solução.
Há, não
espera... comer fora. - afirma com um ar sério e de durona.
Oh sim, essa é a Ana que eu gosto de escutar, a mulher que me viciou de caras pela dureza e que me deixa totalmente louco.
Ergo ambas as mãos
rendido e me virando para ir na sala vejo Mia entrando no apartamento
com um sorriso amarelo que me faz cruzar os braços curioso. Afinal essa
caçula não me anda contando tudo da sua vida e tenho o dever como irmão
mais velho de a proteger desses cachorros miseráveis que sempre ficam
latindo para ela.
— Mia! - cumprimento minha caçula que roda a cabeça para mim assim que pendura o casaco e a bolsa no cabide no hall da entrada.
— Hey, Chris! - ela vem
até mim deixando um beijo na bochecha. - Que cheiro gostoso! - diz ela
erguendo a nuca, movendo as narinas do nariz cheirando. - Sei que não é
você cozinhando, pois já viu... - exprime em deboche encaminhando para a
cozinha, ao qual sigo atrás igual cachorro de guarda. Pois Mia e
Anastacia sozinhas, melhor ficar de olho para saber o que essas cabeças
juntas estão aprontando contra mim que sou um santo. - Aninha que
cheiroso gostoso! - pendo a nuca contra o aro da entrada as olhando. -
Posso experimentar? - Mia faz gestos com as mãos para tomar um pouco do
caldo com a colher. - Délicieux mon cuisinier riche! (delicioso minha
rica cozinheira)
~*~
O jantar acaba sendo
servido para nós três direto na cozinha, já que fome era tanta. Mia
começa se servindo por cortesia de Anastacia e serve nós dois com
porções generosas de comida. A conversa flui entre gargalhadas e piadas
sobre a infância que faz questão de contar para a minha morena. É claro
que me sinto logo sem graça, pois assim me fico sem credibilidade na sua
presença.
— Sério isso? - ela pergunta rindo de mão na taça de vinho já pela metade.
— Não acredito que você
fez isso, Chris! - e ri mordendo os lábios com dissabor. - Imagino que
sua mãe tenha pirado! Afinal ele quebrou um dos seus melhores vasos de
colecção.
— Que nada, mamãe ficou
quieta! - afirma Mia com um gesto breve me olhando. - Pior mesmo foi o
papai que botou todos nós de castigo! - rio com a lembrança desse dia.
— É verdade, pegamos a maior mão pesada do Dr. Grey! - confirmo tomando um gole de vinho para terminar.
— Nisso sou uma santa,
nunca fiz bobeiras! Sempre portei direitinho! - pendo a nuca ao
escutá-la, aquilo me deixa totalmente interessado.
Anastacia nunca falara
desse detalhes da infância, nunca se abrira muito para falar da sua
familia, apesar de conhecer muitas das minhas histórias com a minha e
até alguns segredos que não vou nem entrar por ai.
— Nunca mesmo? - Mia faz
um ar de surpresa, quase indignada diria. - Cortar as roupas e ir no
colégio no estilo mais punk? Pintar os cabelos de corres estranhas e
matar aulas? - Ana balança a cabeça em negação. Ai minha irmã se vira
para mim. - Você tem sorte, Christian, seus filhos se saírem à mãe serão
super certinhos, agora se vierem ao meu lado, já viu, não é? - arregalo
os olhos ao escutar a palavra filhos e percebo que Anastacia ficara
igual.
— FILHOS? - questiono quase que inevitavelmente.
— Acho que está cedo para essas coisas, não? - ela afirma tomando um gole de vinho e terminar
assim sua refeição.
— Vocês dois deixem de
frescura comigo! - pronuncia minha irmã me olhando esquisito. - Ninguém
falou que terá que ser agora, não é? - o seu olhar cai em outra frente. -
Apesar que estou louca para ser tia, a não ser que o Lelliot se apresse
e chame a cegonha!
— Admita que tudo isso é
porque quer arranjar formas e maneiras de voltar na Disney! - alego com
um sorriso bambaleando nos lábios.
Minha irmã olha para
mim, olha para Ana como se buscasse na minha morena a salvação
necessária, mas ai é que está não tem salvação para o instinto infantil
que reina no ego da caçula.
— Seu estraga prazeres! -
resmunga fazendo um beicinho. - É e não é isso... err, melhor me calar
vou me enrolar e depois olhe só a minha imagem! - se levanta da mesa
pegando o prato. - Ana me perdoa esse irmão totó! - faz um gesto com a
mão de quem está confessando algum segredo. - E vocês dois o que ainda
fazem em minha cozinha? Toca a sair daqui, deixem tudo comigo e vão
curtir a noite está perfeita para um casal!
Anastacia me olha
fazendo um sorriso de travessura e a guio pela mão para sair da
proximidade da minha caçula antes que injecte mais alguma história onde
me saia vencido. Na sala visto um casaco, pois as noites da Europa são
ligeiramente mais frias dadas à estação presente, que apesar de verão,
não é nada de fazer alguém andar livre por essas ruas onde o vento sopra
e levantas saias e boinas francesas.
— Posso saber onde vamos? - pergunta Ana me fazendo um erguer de sobrancelha curioso e bem arqueado.
— Posso surpreendê-la? -
pergunto de volta. Ela encolhe os ombros somente. - Então vamos a isso
mademoiselle! - ela me entrega a mão após vestir a gabardina e entramos
no elevador.
Mia ainda aparece dando
um tchau com a mão mostrando aquele sorriso de travessuras e maldade,
mas é fato de que está com sorte ao me fugir de uma conversa que me
deixou chateado pela pendência, mas depois não me escapa em outra hora.
No térreo vamos andando
até a um táxi parado ali na entrada do edifício, era uma espécie de
parque de táxis de serviço Parisiense. Adaptado para as necessidades dos
franceses, ajustado ao turismo ou simples deslocação ao trabalho.
Anastacia entrou
primeiro assim que lhe abri a porta e só então é que instalei dando as
indicações ao motorista de sotaque carregado. É certo que precisei falar
em francês, já que não é por hábito esses homens falarem outras
línguas. Anastacia me olhou fascinada que precisei sorrir em gracejo. É
um fato de que sei falar sete línguas e que aprendi com os melhores
professores particulares que Grace, minha mãe pagou caro para meu
aprendizado.
— Não imaginava que falasse tão bem francês! - comenta deitando a cabeça no meu ombro em risos baixos.
— Para que veja o que um homem é capaz de fazer para impressionar uma mulher. - falo em tentativa de a impressionar.
— Mentira! - se afirma
apertando meu dedo mendinho, sendo que sua mão segurava a minha ali em
cima da minha coxa esquecida. - Saiba que é feio mentir para uma
donzela! - e percebo logo tudo, ela quer entrar em brincadeiras comigo.
O táxi para somente
quando chega no centro da capital, fazendo a morena ao meu lado, olhar
deslumbrada para o exterior absolutamente perfeito e com a melhor vista
da cidade banhada a luz e criatividade. Não fosse essa a conhecida
cidade da luz. A linda e perfeita Paris com o esplendor da magnifica
torre Eiffel.
— Vem... - a puxo pela mão ao deixar o dinheiro da corrida ao taxista e abrir a porta para sairmos.
— Mas para onde, Chris? -
ela questiona saindo do táxi mesmo desajeitada e circunda o meu braço
com os seus magros e finos. - Uau! - ergue o olhar ao topo da torre,
sorrio a vendo assim, pois é algo tão majestoso e intenso.
— Você quer entrar e conhecer comigo? - a induzo a ir conhecer com pormenor e de perto tudo o que a deslumbra.
Gostaram?
Que tal esses dois na cozinha? Ana é uma mulher de mão cheia, não? Deixa nosso moço a um canto! E aquele hot no banho?
Mia é um amor, não? O que tem a dizer desse jantar dos três? E da ideia de Chris levar Ana para passear pela noite?
Até ao próximo capítulo, Lucy.

Comentários
Enviar um comentário